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Camboja

Camboja, reino de contrastes sociais visíveis, se abriu recentemente ao turismo e passou a figurar no roteiro dos viajantes no sudeste asiático, com a oferta de paisagens naturais estonteantes, ruínas milenares e um povo que não economiza nos sorrisos e nos bons tratos aos estrangeiros. Phnom Penh é a capital e principal cidade do Camboja, destino de viajantes que pretendem viajar mais barato e economizar. O frenesi dos dias de hoje pode ser visto caminhando pelo enorme Mercado Central de Phnom Penh, com sua cúpula e quatro "braços" emergindo. Ali se encontra de tudo, o que quer que falte na sua mala de viagem, ou que você precisava e nem sabia. O mais bacana é que, assim que ele fecha, uma feira noturna levanta suas barracas, espalhando-se pelas ruas ao redor. Durante o dia podem-se explorar várias atrações, a começar pelo Palácio Real, dourado por fora e cercado por jardins coloridos, ele fica logo ao lado do Museu Nacional, que contrasta graças aos seus tons rosados. Este último, aliás, tem uma rica coleção de 14 mil itens, entre esculturas, objetos de arte e de arqueologia - muitos datados de tempos pré-históricos. O ponto turístico mais notável, contudo, é Wat Phnom, o templo budista do século 14 que se ergue sobre uma colina. A capital do Camboja cresceu em volta dele. Diz a lenda que foi construído em 1387 por Daun Penh, uma viúva muito rica. Daí o nome da cidade "Phnom Penh", que significa "colina de Penh". O país também é berço da civilização Angkor, que construiu diversos templos a partir do século IV DC, formando o complexo conhecido como Angkor Wat, uma das principais atrações no Camboja, localizados nas imediações da cidade de Siem Reap, os mais de 30 templos que formam o complexo já abrigaram o maior império do sudeste asiático, o Khmer, que se estendia da Tailândia ao Vietnã. Hoje, recebem milhares de turistas que garantem boa parte da fonte de renda desse pequeno reinado. Uma visita ao país, ainda em reconstrução após uma guerra civil que matou quase um terço da população, é uma aula de história, um deleite arquitetônico e um exemplo tocante de sobrevivência.